Entre as coisas do nosso avô, encontramos algo estranho e de tamanho reduzido. Por algum motivo, estava envolto em várias camadas de tecido.
Acontece que, antigamente, a família inteira engolia esse objeto, esperava que ele saísse de forma “natural”, lavava-o – e depois outra pessoa o engolia novamente. 😱
Ficámos simplesmente chocados quando soubemos por que razão os nossos antepassados faziam isso. 😲
Conto os detalhes no primeiro comentário 👇👇
Estávamos a mexer nas coisas antigas do nosso avô na casa de campo – entre uma coleção respeitável de tabuleiros de rapé, medalhas e misteriosos objetos metálicos – quando nos deparámos com algo especialmente estranho: pequeno, escuro, aparentemente sem importância, mas cuidadosamente embrulhado em várias camadas de tecido.
O que seria aquilo? Uma joia? Uma peça de alguma máquina antiga?
Fomos procurar no Google. E quando finalmente descobrimos o que era, ficámos todos de boca aberta.
Era uma “pílula eterna” – um artefato de outros tempos. Uma pequena pastilha feita de antimônio, que as pessoas usavam seriamente para limpar o organismo.
Engoliam-na. E depois… esperavam. Quando a pílula saía “de forma natural”, retiravam-na, lavavam-na – e usavam-na de novo. E de novo. E de novo.
É aí que a eternidade se escondia!
Comprava-se uma só para toda a família. E ela era passada de geração em geração, como um tesouro de família.
E ninguém parecia perguntar-se por quantos intestinos já teria passado ao longo dos séculos.
E agora está connosco – uma relíquia familiar que, talvez, tenha passado pelos lugares mais escuros e inacessíveis dos nossos antepassados. Sinceramente? Dá medo até de tocar nela sem luvas, quanto mais pensar em desinfetá-la.
Até hoje não entendo como a limpavam. Ferviam? Esfregavam com areia? Ou simplesmente “limpava-se e passava-se adiante”?
E tu, já viste algo assim? Ou… tocaste?..


