No meu aniversário, meu marido me deu um buquê murchado que ele pegou da lata de lixo: tive que me vingar por esse “presente maravilhoso” 😲😲
No meu aniversário, recebi… um buquê murchado.
— De onde são essas flores? — perguntei ao meu marido friamente. — Da nossa lata de lixo?
— E daí? Algum idiota jogou fora antes da hora. Elas ainda vão durar duas semanas — respondeu ele impassível. — São flores bonitas…
Não acreditei no que ouvi.
— Sério? Você decidiu me dar flores da lata de lixo? É isso que eu mereço?
— Na verdade, não é um presente para você. Eu disse que não ia dar nada. Só para enfeitar — deu de ombros.
Foi aí que eu explodi:
— Estou cansada da sua economia! O que você vai trazer da próxima vez? Restos? Você acha isso normal?
— O que há de errado? Flores são flores. Além disso, elas estavam na tampa da lata, não dentro — comentou ele.
Fiquei tão enojada que não disse mais nada. Só fui para meu quarto. Chorei muito. Me lamentei.
As flores ficaram em casa mais alguns dias, depois ele mesmo as jogou fora de onde tinha pegado.
Parecia que eu tinha parado de ficar chateada. Mas perdoar não é esquecer. Então, decidi que no aniversário dele faria um “presente” que ele jamais esqueceria.
Vou contar o que eu fiz 👇👇Continuação no primeiro comentário 👇👇
Passaram-se dois meses. Alexei fazia quarenta anos. Supersticioso, recusou-se a comemorar, disse que “não era costume”.
Eu o parabenizei por mensagem e prometi um presente.
Cheguei em casa mais cedo e preparei a mesa simbolicamente.
Ele chegou perto das nove. Olhou para a mesa e resmungou:
— Não precisava se esforçar tanto.
— Pensei que não tinha problema comemorar um pouco. Além disso, comprei um presente para você! — disse animada e corri para o quarto.
Voltei com uma caixa amarrada com uma fita vermelha e entreguei a ele.
— O que é isso? — Ele sacudiu a caixa.
— Abra e você vai ver — sorri.
Ele tirou a fita com interesse, abriu a tampa e olhou dentro.
Foi muito divertido ver a expressão do rosto dele mudar.
— Meias e… cueca? — perguntou com nojo, tirando uma meia com dois dedos. — Por que sem etiqueta e desbotadas? Alguém já usou?
— Sim. Não vou comprar tudo novo! Comprei com desconto numa loja de usados — respondi alegremente.
Ele ficou furioso:
— Como você teve essa ideia?! Que nojo! — e jogou a caixa no chão.
Eu olhei para ele calmamente e disse:
— Exatamente do mesmo jeito que você teve a ideia de me dar um buquê da lata de lixo.


