Minha filha de 12 anos reclamava de fortes dores na mandíbula, e eu decidi levá-la ao dentista; mas, assim que o médico a examinou, ele disse inesperadamente: «Mantenha a calma, vou chamar a polícia imediatamente» 😲😱
Minha filha reclamava de fortes dores na mandíbula quase todos os dias. Ela tinha apenas doze anos, mas já não conseguia comer normalmente, acordava à noite por causa da dor e chorava baixinho no travesseiro para que ninguém ouvisse.
Eu via como ela mastigava com cuidado, como tinha medo de abrir a boca sequer um pouco, como levava a mão à bochecha quando achava que eu não estava olhando. Meu marido minimizava. Dizia irritado que era «coisa da idade», que eram apenas dentes de leite, que todas as crianças passam por isso e que com o tempo tudo passaria. Mas dentro de mim crescia uma sensação de angústia que não me deixava em paz.
Eu não acreditava no meu marido, sentia que ele estava escondendo algo. A dor era forte demais, o medo nos olhos da minha filha era real demais.
E um dia, esperando que meu marido saísse para o trabalho, vesti minha filha em silêncio, coloquei-a no carro e a levei ao dentista. Ela sentava ao meu lado, apertando o cinto de segurança e tentando não chorar, mas a cada solavanco da estrada seu rosto se contorcia de dor.
No consultório, o médico ficou confuso a princípio. Ele a examinava com atenção, fazia perguntas, pedia que ela abrisse mais a boca, mas minha filha não conseguia — a dor era intensa demais.
Ela se contorcia na cadeira, respirava de forma irregular, os dedos apertavam convulsivamente os apoios de braço. Então o médico acendeu a luz superior, inclinou-se mais perto e começou a examinar a gengiva inflamada com mais cuidado. Seus movimentos ficaram de repente mais lentos, mais cautelosos, e seu rosto ficou tenso.
Ele pegou cuidadosamente um instrumento e, com um movimento quase imperceptível, retirou da gengiva algo escuro. Depois, o médico se endireitou, olhou para mim e disse em voz baixa, mas muito clara: «Mantenha a calma. Vou chamar a polícia imediatamente». 😨😱 Ao descobrir o que realmente estava acontecendo com minha filha, fiquei horrorizada. Continuação no primeiro comentário 👇👇
Dentro havia um pequeno objeto preto, mais ou menos do tamanho de um grão, irregular, serrilhado de um lado, como se o invólucro de algo tivesse sido estilhaçado.
Dentro daquele fragmento escuro era possível ver claramente parte de um dente quebrado. Minha filha gritou de dor, e minhas pernas fraquejaram.
Mais tarde, já em outro consultório, tudo ficou claro. Não era «a idade» nem «dentes de leite». Descobriu-se que o dente havia sido quebrado por um golpe forte. E quem fez isso foi meu marido, supostamente porque a filha havia se comportado mal.
A parte restante do dente se quebrou e penetrou profundamente na gengiva, onde teve início um processo inflamatório lento, doloroso e destrutivo. A dor que impedia minha filha de comer e dormir era a consequência desse golpe.
Quando a verdade veio à tona, tive dificuldade para respirar. Cada detalhe se encaixava em um quadro terrível, que dava vontade de gritar.


