No vestiário, os soldados começaram a rir e a zombar da novata, mas assim que saíram para a sala de treinamento, entenderam com horror quem aquela garota realmente era

No vestiário, os soldados começaram a rir e a zombar da novata, mas assim que saíram para a sala de treinamento, entenderam com horror quem aquela garota realmente era 😱😨

Naquele dia, o vestiário estava barulhento como sempre. Os armários metálicos batiam, alguém ria, os rapazes discutiam em voz alta sobre o treino. Tudo seguia como de costume, até que ela apareceu na porta.

A nova soldada.

Ela entrou calmamente, sem movimentos desnecessários, como se não se importasse com quem a estivesse olhando. Usava um uniforme militar comum, nada de especial. O cabelo bem preso, o rosto tranquilo, sem emoção. Não olhou ao redor, nem tentou falar com ninguém. Apenas se aproximou do banco, colocou a bolsa e começou a se trocar.

Mas sua presença não passou despercebida.

Primeiro alguém riu baixinho. Depois outro. Em poucos segundos, vários rapazes já a encaravam abertamente, trocavam olhares e sorriam com ironia. Um deles foi o primeiro a não se conter e se aproximou.

— Ei, você não se enganou de lugar? — disse com sarcasmo.

— O que uma beleza dessas está fazendo aqui?

Outro logo completou:

— Não tem medo de ficar sozinha entre nós? Aqui não é lugar para alguém como você…

O terceiro chegou quase encostando, examinando-a da cabeça aos pés.

— Faz tempo que não temos garotas. Já estávamos com saudade.

Eles riam, interrompiam uns aos outros, faziam piadas tolas e desagradáveis. Alguém até tentou tocar em seu cabelo.

— Vai ser uma pena quando rasparem tudo…

Mas a garota não reagia.

Ela apenas permanecia sentada calmamente, amarrando os cadarços das botas, ajustando o uniforme, como se não tivesse ouvido uma única palavra. Nem medo, nem irritação — apenas um frio controle.

Isso os irritava ainda mais.

Quando terminou e se levantou para sair, três dos soldados deram um passo à frente e bloquearam seu caminho. O vestiário ficou mais silencioso. Os outros observavam com interesse.

— Para onde vai com tanta pressa? — perguntou um, com um sorriso debochado.

— Está com medo da gente?

Outro se inclinou um pouco mais perto:

— Se tem medo de nós, o que pretende fazer depois?

Ela levantou a cabeça e, pela primeira vez, olhou diretamente nos olhos deles. Em seu olhar não havia a menor dúvida.

— Saiam da frente e me deixem passar, — disse calmamente, mas com um tom que parecia tornar o ar mais pesado. — Caso contrário, vocês vão se arrepender muito.

Os rapazes se entreolharam e começaram a rir.

— E o que você vai fazer com a gente?

Ela inclinou levemente a cabeça e respondeu em voz baixa:

— Vocês vão descobrir em breve.

Eles acabaram saindo do caminho, mais por curiosidade do que por medo. Achavam que ela era apenas uma garota quieta e fraca tentando parecer corajosa. Nenhum deles imaginou que por trás daquela calma podia haver algo diferente, e que muito em breve se arrependeriam de tudo. 😱😨 A continuação dessa história interessante pode ser encontrada no primeiro comentário 👇👇

Alguns minutos depois, todos já estavam na sala de treinamento. Um espaço amplo, luz fria, o som dos passos no chão e comandos curtos. Tudo como de costume.

Os rapazes conversavam entre si, lançando olhares para a novata e continuando a sorrir com ironia.

Mas então o comandante entrou na sala. As conversas cessaram imediatamente.

Ele se colocou diante da formação, olhou para todos e disse brevemente:

— Atenção. Hoje vocês têm um novo capitão.

Um leve murmúrio percorreu o ambiente. O comandante deu um passo para o lado.

— Apresentem-se.

E naquele momento ela avançou. A mesma garota do vestiário.

Por um segundo, o silêncio tomou conta da sala. Os rapazes olhavam para ela sem entender o que estava acontecendo. Os sorrisos desapareceram. Alguns franziram a testa, outros abaixaram o olhar.

Ela os observou lentamente. Os mesmos que riam minutos antes.

Um leve sorriso, quase imperceptível, apareceu em seu rosto.

— Então, — disse calmamente, dando um passo à frente. — Agora vocês viram do que eu sou capaz?

Ninguém respondeu.

Ela caminhou ao longo da fileira, parando diante de cada um, como se memorizasse os rostos.

— A partir de agora, sou eu quem vai treiná-los, — continuou, com um tom mais firme. — E acreditem, muito em breve vocês mesmos vão me pedir para parar.

Ela parou e olhou diretamente para os três que haviam bloqueado seu caminho no vestiário.

— Mas eu não vou parar.

A sala ficou em silêncio novamente. E só então eles começaram a perceber com quem estavam lidando. Mas já era tarde demais.

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