Valentões em um beco escuro atacaram uma garota indefesa, tentando roubá-la e usando força, mas o que aconteceu alguns minutos depois os fez congelar de horror 😱😲
A garçonete estava voltando para casa depois de um turno muito pesado. Em dias normais ela tentava não pegar turnos noturnos, mas naquele dia um colega pediu que ela o substituísse, e Emma não conseguiu recusar. Quando finalmente saiu do restaurante, quase não havia mais ninguém na rua, e já era cerca de uma hora da madrugada.
Emma não morava no melhor bairro da cidade, e para chegar à sua casa precisava passar por um longo beco escuro. Aquele beco sempre a assustava, até mesmo durante o dia, e à noite parecia ainda mais sombrio.
Ao chegar ao início do beco, Emma parou por um segundo, tirou as chaves da bolsa e as apertou entre os dedos. Ela sempre fazia isso quando sentia medo. Sabia que não era uma arma de verdade, mas pelo menos dava a sensação de que poderia se defender.
Depois de dar alguns passos cautelosos, seguiu em frente. No começo estava tudo silencioso. Apenas seus passos ecoavam entre as paredes.
E de repente, debaixo das lixeiras, saltou rapidamente um enorme gato preto.
Emma se assustou e soltou um suspiro leve. Seu coração bateu mais rápido por um instante, mas ela imediatamente tentou se acalmar e continuou andando.
Ela já havia percorrido quase metade do beco quando dois homens apareceram à sua frente, saindo da escuridão.
Eles estavam parados bem no caminho, como se estivessem esperando justamente por ela. Ambos eram grandes, fortes e tinham tatuagens nos braços. Pelos rostos e pelos olhos turvos era possível perceber que estavam bêbados.
— Olá, bonita… — disse um deles com um sorriso torto. — Para onde vai a esta hora?
Emma não respondeu. Ela apenas tentou passar por eles pelo lado.
Mas os homens imediatamente deram um passo à frente e bloquearam seu caminho.
Nesse momento um deles percebeu as chaves apertadas em sua mão.
Ele sorriu com deboche e fez um gesto para o amigo.
— Olha só… — disse ele. — Ela acha mesmo que pode parar alguém com isso.
Os dois começaram a rir alto.
— E com isso você esperava desarmar um criminoso? — continuou o segundo, inclinando a cabeça com sarcasmo. — Sério?
Emma ficou em silêncio, sentindo tudo dentro de si se contrair de tensão.
— Tire a jaqueta, — disse o primeiro de repente, com voz dura. — E tire tudo dos bolsos. Telefone, dinheiro. Tudo.
— Eu não vou dar nada a vocês, — respondeu Emma em voz baixa.
E esse foi seu maior erro. Depois dessas palavras, os rostos dos homens mudaram imediatamente. Os sorrisos desapareceram e a raiva apareceu em seus olhos.
Um deles deu um passo à frente, agarrou Emma pela gola da jaqueta e a puxou bruscamente para perto.
— Escuta aqui, — rosnou ele bem na frente do rosto dela. — Agora você nos entrega tudo de boa. Ou isso vai terminar muito mal para você.
Naquele momento eles tinham certeza de que controlavam completamente a situação. Nenhum deles sequer imaginava o que aconteceria poucos segundos depois. 😱😲 Continuação no primeiro comentário 👇👇
— Eu disse não, — repetiu Emma calmamente.
Os homens trocaram um olhar e avançaram sobre ela. Mas tudo aconteceu tão rápido que eles nem tiveram tempo de entender o que havia acontecido.
Emma se soltou do agarrão, com um movimento preciso acertou o primeiro no plexo solar. O homem se dobrou e caiu de joelhos. O segundo tentou segurar o braço dela, mas ela girou imediatamente, deu um chute no joelho dele e o empurrou com o ombro.
Em poucos segundos os dois já estavam caídos no asfalto frio.
Um respirava com dificuldade, o outro gemia tentando se levantar. Emma estava de pé diante deles, respirando pesadamente.
Alguns anos antes ela havia sido atleta e até conquistado o título de mestre do esporte. Mas uma lesão grave a obrigou a abandonar a carreira e começar uma nova vida.
Os homens não sabiam disso.
Ela olhou rapidamente ao redor, certificou-se de que não havia mais ninguém por perto e, sem perder um segundo, correu para a saída do beco.
Porque Emma entendia perfeitamente uma coisa simples. Ela conseguiu lidar com eles agora. Mas quem sabe do que pessoas assim ainda são capazes quando recuperarem os sentidos.


