Voltei para casa depois das férias e vi um buraco enorme no meio do quintal: olhei a gravação das câmeras de segurança e congelei de horror

Voltei para casa depois das férias e vi um buraco enorme no meio do quintal: olhei a gravação das câmeras de segurança e congelei de horror 😱😱

Passei uma semana de férias no litoral com um amigo. Mar, sol, noites despreocupadas — tudo foi maravilhoso. Andamos de jet ski, comemos frutos do mar frescos, conversamos até tarde e rimos de histórias bobas do passado. Comecei até a me sentir renovado, como se a vida finalmente tivesse tomado o rumo certo. Principalmente depois de um término difícil.

Quando voltei pra casa, no início não notei nada estranho. O carro estava no lugar, o portão não tinha sido arrombado. Eu já ia me alegrando por estar de volta, quando… congelei.

Bem no meio do meu gramado cuidadosamente aparado, havia um buraco enorme. Fundo, de formato retangular perfeito. Daqueles que se cavam… em cemitérios.

Senti um arrepio. Quem fez isso? Por quê? Que tipo de teatro macabro era aquele?

A primeira coisa que pensei foi que algum trabalhador tivesse se enganado de terreno. Mas eu não contratei ninguém. Dei a volta no buraco. Uma pá estava caída ali perto. Pegadas no chão. Alguém cavou com força, por muito tempo.

Comecei a tremer. A garganta seca. Estava claro: aquilo não foi um acidente. Foi intencional. Um aviso.

Corri pra dentro de casa e liguei a gravação das câmeras de segurança.

Avancei as imagens dos últimos dias até que vi aquilo… Continuação no primeiro comentário 👇👇

De repente, uma figura familiar apareceu. Noite. Segundo dia das minhas férias. À luz dos faróis de um carro… era ela. Minha ex-namorada.

Ficamos juntos por quase dois anos. No começo era tudo maravilhoso, mas com o tempo ela se tornou controladora, explosiva, ciumenta ao extremo. Aguentei muito tempo, mas um dia fui embora.

Sem escândalos, sem gritos — apenas juntei minhas coisas e saí. Ela escreveu, ligou, chorou. Depois, silêncio. Achei que tinha acabado. Pelo visto, me enganei.

Ela vestia um moletom preto com capuz, luvas. Carregava uma pá. E começou a cavar.

Quase quatro horas. Com pausas. Sozinha. Em completo silêncio. Só os faróis e o som da escavação. Depois ela ficou na beira do buraco, tirou uma cruz de madeira, enfiou no chão, olhou direto para a câmera… e sorriu. Tranquila. Fria.

Na cruz havia algo escrito.

Aproximei a imagem. Minha mão tremia.

“Aqui jaz um traidor.”

Corri para vomitar na pia. Aquilo não era só um gesto. Era um aviso. Uma vingança. Um sinal de que ela não tinha terminado. De que talvez ainda estivesse por perto. De que estava me observando.

Chamei a polícia imediatamente. Expliquei tudo, mostrei a gravação. Eles levaram o caso muito a sério. Enquanto eu esperava a viatura, não conseguia me livrar da sensação de que alguém me vigiava de trás da cerca. Entre as árvores. No escuro.

Na manhã seguinte, ela foi detida. Morava em um apartamento alugado em outro bairro. No interrogatório, não negou nada. Só disse:

“Eu só queria que ele soubesse o quanto eu o amei.”

Ela foi encaminhada para avaliação psiquiátrica. E eu passei muito tempo sem conseguir dormir. Toda manhã, ao sair de casa, eu olhava para o gramado… como se esperasse ver um novo buraco ali.

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