A detenta mais perigosa começou a humilhar a nova prisioneira, tentou tirar sua comida e envergonhá-la na frente de todas, mas ela nem podia imaginar quem realmente era aquela misteriosa garota tatuada

A detenta mais perigosa começou a humilhar a nova prisioneira, tentou tirar sua comida e envergonhá-la na frente de todas, mas ela nem podia imaginar quem realmente era aquela misteriosa garota tatuada 😲

Quando uma nova detenta chegou à prisão feminina, muitas pessoas imediatamente prestaram atenção nela.

A jovem tinha uma aparência incomum. Seus braços, pescoço e até parte do peito estavam cobertos de tatuagens. Ela quase não falava com ninguém, raramente levantava os olhos e permanecia sempre afastada das outras.

A maioria das detentas adorava comentar sobre as recém-chegadas, mas aquela jovem não dava motivo algum para isso. Ela cumpria tranquilamente todas as ordens das agentes penitenciárias e não se envolvia nos assuntos de ninguém.

No entanto, naquela prisão existia uma regra que todas as novatas aprendiam muito rapidamente.

Havia uma mulher que era temida por absolutamente todas. Seu nome era Vanessa.

Só a sua presença fazia muitas detentas abaixarem os olhos e tentarem se afastar.

Ela era enorme. Tinha quase dois metros de altura, uma constituição física pesada e uma força impressionante. Diziam que um único golpe seu era capaz de deixar alguém inconsciente.

Ao longo dos anos, ela havia transformado a vida de muitas prisioneiras em um verdadeiro pesadelo.

Algumas lavavam suas roupas. Outras limpavam sua cela. Algumas lhe entregavam parte da própria comida. E havia quem realizasse as tarefas mais desagradáveis por ela apenas por medo de se recusar.

Se alguém tentasse discutir com Vanessa, as consequências normalmente eram muito desagradáveis.

Ela adorava humilhar as pessoas diante das outras detentas e lembrava constantemente quem mandava ali.

Por isso, a maioria preferia simplesmente obedecer.

Durante vários dias, a recém-chegada não chamou sua atenção.

Mas, certo dia, durante o almoço, tudo mudou.

O refeitório da prisão estava quase completamente cheio. As detentas estavam sentadas em longas mesas de metal, conversando baixinho entre si.

A nova prisioneira estava sentada sozinha em um canto, comendo tranquilamente seu almoço. Foi então que Vanessa finalmente a notou.

Ela observou a jovem por alguns segundos do outro lado do refeitório, sorriu com desprezo e caminhou lentamente em direção à sua mesa.

As conversas ao redor começaram a desaparecer gradualmente.

Muitas entenderam imediatamente o que estava prestes a acontecer.

Algumas até pararam de comer.

Todas sabiam que, quando Vanessa escolhia uma nova vítima, nada de bom podia ser esperado.

Ao chegar à mesa, ela parou bem diante da jovem e olhou para sua bandeja.

— Ei, me dá essa comida.

A recém-chegada levantou os olhos calmamente.

— Essa é a minha refeição. Pegue outra.

Algumas detentas próximas trocaram olhares surpresos.

Ninguém jamais tinha ouvido alguém responder a Vanessa naquele tom.

Mas a jovem parecia completamente tranquila.

Vanessa estreitou os olhos.

— Ainda estou com fome. Me dá essa comida. Você pode ficar um dia sem comer, não vai morrer por causa disso.

— Não.

A resposta foi calma e firme. Sem medo. Como se estivesse falando com uma mulher comum e não com a pessoa mais perigosa de toda a prisão.

Por alguns segundos, o refeitório ficou completamente em silêncio.

Muitas já entendiam que aquilo terminaria mal. A expressão de Vanessa mudou instantaneamente.

Ela estava acostumada a ver as pessoas obedecerem à sua primeira ordem.

Nunca esperou receber uma recusa daquele tipo.

No segundo seguinte, ela agarrou a bandeja de metal e a puxou violentamente para si.

Toda a comida foi parar no chão.

Arroz, legumes e carne se espalharam pelos azulejos.

Um murmúrio de surpresa percorreu o refeitório.

Vanessa olhou para a jovem de cima para baixo e sorriu.

— Você ao menos sabe quem eu sou?

A recém-chegada permaneceu em silêncio.

— Ajoelhe-se agora mesmo. Você vai responder pelo seu comportamento.

Mas a jovem nem sequer se moveu.

Ela continuou sentada, olhando calmamente para sua agressora.

Esse comportamento fez Vanessa perder completamente a paciência.

Sem dizer mais nada, ela agarrou a jovem pelo ombro e tentou arrancá-la do banco à força.

Algumas detentas desviaram o olhar, assustadas.

Vanessa tinha certeza de que, em poucos segundos, a novata estaria no chão implorando para que ela parasse.

Ela nem imaginava que estava cometendo o maior erro de toda a sua permanência na prisão.

Porque aquela misteriosa garota tatuada estava muito longe de ser quem todos pensavam.

E, em apenas alguns segundos, todo o refeitório descobriria quem ela realmente era… 😱😮 A segunda parte desta história está no primeiro comentário 👇👇

Depois dessas palavras, Vanessa ficou alguns segundos olhando para a jovem, sem acreditar no que tinha acabado de ouvir.

Ninguém jamais havia falado com ela naquele tom.

Vanessa sentiu a raiva ferver dentro de si.

Ela estava acostumada a manter todos sob controle através do medo.

Se permitisse que a recém-chegada se recusasse a obedecer sem consequências, os rumores se espalhariam por toda a prisão antes do fim do dia.

Ela não podia permitir isso.

— Estou dizendo pela última vez: ajoelhe-se — rosnou ela entre os dentes.

A jovem não respondeu.

Então Vanessa ergueu o braço bruscamente e tentou acertá-la diretamente no rosto.

Muitas detentas gritaram de susto.

Algumas até viraram o rosto.

Tinham certeza de que estavam prestes a ver mais uma vítima de Vanessa.

Mas aconteceu algo completamente inesperado.

No último instante, a recém-chegada desviou facilmente do golpe.

Tão rápido que muitas nem sequer entenderam o que havia acontecido.

O punho de Vanessa passou pelo vazio.

Uma expressão de surpresa apareceu no rosto da mulher gigante.

Ela tentou atacar novamente.

Mas a jovem desviou mais uma vez.

Como se soubesse antecipadamente cada um de seus movimentos.

Agora, todo o refeitório estava paralisado.

Ninguém jamais tinha visto alguém escapar dos golpes de Vanessa com tanta facilidade.

Ela perdeu completamente o controle.

Com um grito furioso, avançou para a frente tentando agarrar a jovem e derrubá-la no chão.

Mas naquele momento a recém-chegada finalmente parou de apenas se defender.

Com um movimento rápido, ela interceptou o braço da adversária.

E usou o próprio peso dela contra ela.

No segundo seguinte, a enorme Vanessa saiu do chão.

Um suspiro coletivo percorreu o refeitório.

E então a detenta mais perigosa de toda a prisão caiu de costas com um estrondo.

A recém-chegada nem parecia cansada.

Ela permanecia calmamente em pé ao lado dela.

Sua respiração continuava estável.

Em seu rosto não havia raiva nem medo.

Apenas tranquilidade.

Vanessa tentou se levantar e avançar novamente.

Mas poucos segundos depois estava mais uma vez caída no chão.

Agora todos haviam entendido.

A novata não apenas sabia lutar.

Ela era uma profissional.

Finalmente, Vanessa desistiu de se levantar.

Respirando com dificuldade, ela olhou para a jovem como se a estivesse vendo pela primeira vez.

— Quem… quem é você? — conseguiu perguntar.

A recém-chegada olhou para ela de cima.

— Alguém com quem você nunca deveria ter mexido.

Naquele exato momento, toda a prisão compreendeu que uma nova pessoa havia surgido ali. Uma pessoa que todos deveriam temer.

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