Após a morte da jovem imperatriz, o governante ordenou que trouxessem ao palácio 12 jovens mulheres de diferentes cantos do seu império para que o “servissem”. Mas, já depois da primeira noite passada a sós com elas, os servos que abriram as portas dos aposentos imperiais pela manhã ficaram horrorizados com o que viram lá dentro

Após a morte da jovem imperatriz, o governante ordenou que trouxessem ao palácio 12 jovens mulheres de diferentes cantos do seu império para que o “servissem”. Mas, já depois da primeira noite passada a sós com elas, os servos que abriram as portas dos aposentos imperiais pela manhã ficaram horrorizados com o que viram lá dentro 😱

Após a morte da jovem imperatriz, todo o palácio mergulhou em luto. Pelo menos era assim que parecia por fora. Nas ruas, as pessoas baixavam a cabeça, nas praças as luzes festivas se apagavam e, nos templos, velas queimavam dia e noite. No entanto, ninguém chorava com tanta sinceridade quanto os habitantes comuns do império. Eles amavam sua imperatriz de todo o coração.

A jovem governante era bondosa, justa e sempre procurava ajudar os pobres. Ela abria orfanatos, distribuía grãos durante os períodos de fome e frequentemente ouvia pessoalmente as reclamações das pessoas comuns. Muitos diziam que era graças a ela que o enorme império ainda não havia se transformado em um lugar de medo e desespero.

Mas o marido dela era o completo oposto.

O imperador era considerado um dos governantes mais cruéis de sua época. Até os próprios conselheiros o temiam. Por um simples erro, ele podia ordenar que uma pessoa fosse lançada numa masmorra, tirar todos os bens de uma família inteira ou mandar executar um inocente. O povo o odiava, mas ninguém ousava dizer isso em voz alta.

Com o passar do tempo, o imperador começou a perceber algo que o irritava cada vez mais.

Por onde a imperatriz passava, as pessoas a recebiam com sorrisos. Quando o imperador atravessava as ruas, os moradores tentavam evitar seu olhar. Mas bastava a imperatriz aparecer para que multidões de pessoas felizes se reunissem ao seu redor.

A cada ano, sua inveja crescia mais.

Então aconteceu algo sobre o qual preferiam não falar no palácio.

Certo dia, a jovem imperatriz adoeceu repentinamente. Tudo aconteceu rápido demais. Os melhores curandeiros não conseguiram ajudá-la e, poucos dias depois, todo o império recebeu a terrível notícia de sua morte.

Muitos cochichavam que a doença havia surgido de forma suspeitamente repentina e que o imperador tinha armado tudo. Mas ninguém tinha provas.

Apenas algumas semanas se passaram após o funeral.

Um dia, o imperador reuniu seus servos e deu uma nova ordem.

— Tragam ao palácio as doze jovens mais belas e mais jovens de todo o meu império. Eu escolherei uma nova esposa.

A ordem foi cumprida imediatamente.

Soldados partiram para diferentes províncias. Algumas semanas depois, carroças com jovens mulheres começaram a chegar ao palácio. Algumas eram filhas de comerciantes, outras vinham de famílias nobres e algumas chegaram de pequenas aldeias.

Ninguém ousava recusar. Mas todas sabiam muito bem o que acontecia no palácio.

As jovens já tinham ouvido rumores sobre o caráter cruel do governante. Muitas choraram durante toda a viagem. Algumas tentaram convencer os soldados a deixá-las voltar para casa. Outras rezavam aos deuses e esperavam por um milagre.

Quando as doze jovens chegaram ao palácio, foram conduzidas através de enormes portões, longos corredores e salões luxuosos decorados com ouro e pedras preciosas.

Mas o luxo não conseguia esconder o medo. Cada uma delas compreendia que havia caído numa armadilha.

À noite, o imperador ofereceu um grande banquete. Músicos tocavam, servos distribuíam pratos caros e o próprio governante permanecia sentado em um alto trono observando atentamente as jovens.

Seu olhar deixava muitas delas desconfortáveis. Quando o banquete terminou, as jovens foram levadas para um enorme aposento dentro do palácio. Algum tempo depois, o próprio imperador entrou.

As pesadas portas foram fechadas. Guardas ficaram de vigia do lado de fora.

Depois disso, instalou-se o silêncio.

Ninguém sabia o que estava acontecendo lá dentro. A noite parecia interminável.

Mais tarde, alguns servos admitiram ter ouvido vozes abafadas atrás das portas. Alguns disseram ter ouvido uma discussão. Outros garantiam ter ouvido choro.

Mas ninguém ousou verificar. O imperador havia proibido que fosse incomodado até o amanhecer.

Quando os primeiros raios de sol entraram no palácio, o administrador-chefe, acompanhado por alguns servos, aproximou-se dos aposentos imperiais.

Os guardas abriram as portas.

Mas o que viram lá dentro fez todos ficarem paralisados de horror. 😱😳 A continuação da história pode ser encontrada no primeiro comentário 👇👇

No chão estava o próprio imperador. Ele nunca mais poderia fazer mal a ninguém.

O aposento estava completamente destruído. Mesas viradas, tecidos espalhados e louças quebradas estavam por toda parte.

E, no centro da sala, estavam as doze jovens. Nenhuma delas parecia mais assustada. Pelo contrário, pela primeira vez em muito tempo, não havia medo em seus olhos.

Mais tarde descobriu-se que, durante a noite, elas conversaram entre si e perceberam que cada uma havia perdido alguém por causa da crueldade do governante. Uma teve o pai executado, outra perdeu sua casa e uma terceira viu o irmão ser enviado para trabalhos forçados.

Todas haviam sido vítimas do mesmo homem.

Então decidiram que não permitiriam mais que ele destruísse a vida de outras pessoas.

Naquela noite, elas se uniram e fizeram aquilo que milhares de pessoas em todo o império não tiveram coragem de fazer durante anos.

A notícia espalhou-se pelo país com uma velocidade impressionante.

Quando os habitantes souberam do ocorrido, muitos sentiram alegria pela primeira vez em anos.

E as doze jovens permaneceram para sempre na memória do povo como aquelas que conseguiram libertar o império de um governante cruel.

Isto não é um fato histórico, mas o resultado da nossa imaginação, criado para uma história de ficção.

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