Nenhuma enfermeira conseguia aguentar mais de uma semana ao lado do cruel chefe da máfia

Nenhuma enfermeira conseguia aguentar mais de uma semana ao lado do cruel chefe da máfia. Mas a nova cuidadora ordenou aos seus guardas armados que saíssem do quarto e depois fez algo com o paciente que o deixou completamente em choque 😳

No último mês, cinco enfermeiras tinham deixado a mansão de Adrian Romano. Uma aguentou apenas algumas horas, outra saiu correndo da casa em lágrimas, esquecendo até a bolsa, e uma terceira ameaçou procurar a polícia. Naquela mesma noite, o advogado de Romano foi até ela e, depois de uma breve conversa, a mulher nunca mais contou a ninguém o que havia acontecido.

Quase toda a cidade tinha medo de Adrian. Ele comandava uma enorme organização criminosa, estava acostumado a dar ordens e não tolerava de forma alguma que alguém o contrariasse.

Mas três semanas antes, ele havia sido baleado.

A bala passou perto de um dos pulmões, lesionou várias costelas e, após a cirurgia, surgiu uma inflamação. Os médicos insistiram que ele permanecesse no hospital, mas Adrian recusou e ordenou que seu quarto na mansão fosse equipado com aparelhos médicos.

O problema era que ele se revelou um paciente terrível.

Arrancava os curativos, recusava analgésicos, gritava com as enfermeiras e várias vezes tentou se levantar da cama sozinho. Depois de mais uma dessas tentativas, a ferida se abriu novamente.

Foi justamente nesse momento que Eva Miller, de 29 anos, apareceu na mansão.

Ela havia aceitado aquele trabalho apenas por causa do dinheiro.

Seu irmão mais novo, Daniel, sofria de uma rara doença no sangue. O tratamento convencional quase não ajudava, enquanto uma nova terapia custava uma quantia que Eva não conseguiria ganhar nem trabalhando durante vários anos.

Por isso, quando um homem desconhecido lhe ofereceu oito mil dólares por cada semana de trabalho, ela aceitou quase imediatamente.

As condições eram estranhas. Eva teria que morar na mansão, não poderia fotografar nada dentro dela, não deveria fazer perguntas e teria que cumprir apenas suas funções médicas.

Na porta, ela foi recebida por um homem alto chamado Viktor.

— Sou responsável pela segurança do senhor Romano — apresentou-se ele. — Aconselho que se lembre da regra principal: nunca discuta com ele.

Eva olhou para ele.

— Se uma ordem dele colocar a vida dele em risco, eu vou discutir.

Viktor sorriu ironicamente.

— Foi exatamente isso que a enfermeira anterior disse.

Ele a levou para o andar de cima.

Adrian estava sentado na beirada de uma enorme cama. Seu peito estava enfaixado, seu rosto estava pálido, mas, mesmo naquele estado, o homem parecia controlar tudo o que acontecia ao seu redor.

— Outra? — perguntou ele, irritado.

— Eva Miller. Sua nova enfermeira.

— Por quanto tempo?

— Isso depende do senhor.

Os guardas trocaram olhares. Normalmente, ninguém falava assim com Adrian. Os dois primeiros dias passaram relativamente tranquilos, mas, na terceira noite, seu estado piorou drasticamente.

Sua temperatura subiu para quase quarenta graus. Adrian respirava com dificuldade, mas proibia terminantemente Eva de tocar no curativo.

— Eu disse para não tocar em mim!

— Preciso examinar a ferida.

— Saia.

Eva não se mexeu. Adrian virou-se para os guardas.

— Tirem ela daqui.

Dois homens deram um passo à frente, mas Eva disse inesperadamente:

— Não. Pelo contrário. Vocês dois, saiam.

O quarto ficou em silêncio.

— Você está dando ordens aos meus homens? — perguntou Adrian entre os dentes.

— Sim. Saiam imediatamente.

Os guardas simplesmente assentiram e cumpriram imediatamente a ordem dela, como se tivessem esquecido que o chefe deles era uma pessoa completamente diferente. Quando finalmente ficaram sozinhos, a enfermeira fez algo que deixou Adrian completamente em choque 😳😱 A continuação da história pode ser encontrada no primeiro comentário 👇👇

Ele tentou se levantar, mas imediatamente fez uma careta de dor.

— Ninguém vai tirar este curativo.

E então Eva entendeu o motivo.

Adrian não tinha medo da dor. Ele tinha medo de demonstrar fraqueza diante de seus homens. Era exatamente por isso que, na presença dos guardas, recusava ajuda, se levantava à força e fingia ter a situação completamente sob controle.

Eva olhou novamente para os guardas.

— Saiam e fechem a porta.

Dessa vez, Viktor, inesperadamente, fez um sinal de cabeça para os outros. Alguns segundos depois, Eva e Adrian ficaram sozinhos.

Eva se aproximou da cama.

— Agora não há ninguém aqui para ver que o senhor está sentindo dor. Então pare de fingir que é imortal e deixe-me fazer o meu trabalho.

Adrian ficou olhando para ela por alguns segundos e, pela primeira vez, não respondeu nada.

Eva retirou cuidadosamente o curativo antigo e imediatamente percebeu que a situação era mais grave do que parecia. A pele ao redor da ferida estava muito avermelhada, havia inchaço e líquido tinha se acumulado sob a faixa.

Mas havia algo ainda pior. Quando Eva pressionou levemente a região próxima à lesão, Adrian soltou um grito e agarrou o braço dela.

— O que você está fazendo?!

— Verificando exatamente aquilo que eu temia.

Ela chamou imediatamente um médico, apesar da proibição direta de Adrian de entrar em contato com qualquer pessoa sem sua autorização. Quarenta minutos depois, um cirurgião chegou à mansão.

Os exames revelaram uma infecção profunda. Se Eva tivesse obedecido ao paciente e deixado o curativo até a manhã seguinte, a infecção poderia ter chegado à corrente sanguínea e provocado sepse.

Adrian precisou passar urgentemente por uma pequena segunda cirurgia, realizada diretamente na sala médica equipada da mansão.

Na manhã seguinte, Eva estava arrumando suas coisas. Tinha certeza de que seria demitida. Alguém bateu à porta. Era Viktor.

— O senhor Romano quer vê-la.

Adrian estava deitado na cama e parecia exausto.

— Você desobedeceu a duas das minhas ordens em uma única noite.

— Três — corrigiu Eva calmamente. — Também ordenei aos seus guardas que saíssem.

O homem ficou em silêncio por alguns segundos.

— Todos os outros tinham medo de mim.

— Eu também tinha medo.

— Então por que não parou?

Eva olhou diretamente nos olhos dele.

— Porque não me pagam para concordar com o senhor. Pagam-me para mantê-lo vivo.

Adrian sorriu inesperadamente. Depois colocou um envelope sobre a mesa. Eva pensou que fosse seu último salário, mas dentro havia um cheque com uma quantia suficiente para pagar vários meses do tratamento de Daniel.

— O que é isso? — perguntou ela, confusa.

— Um adiantamento.

— Pelo quê?

Adrian recostou-se no travesseiro.

— Pelos próximos seis meses de trabalho. Parece que finalmente encontrei uma enfermeira que não tem medo de me dizer “não”.

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