Para punir um menino sem-teto que havia roubado comida da mesa, o César ordenou que ele fosse jogado diante de um enorme elefante, assim como muitos criminosos antes dele: mas, de repente, aconteceu algo na arena que deixou os espectadores completamente chocados

Para punir um menino sem-teto que havia roubado comida da mesa, o César ordenou que ele fosse jogado diante de um enorme elefante, assim como muitos criminosos antes dele: mas, de repente, aconteceu algo na arena que deixou os espectadores completamente chocados 😨

Naquele domingo, um calor pesado pairava sobre a cidade desde a manhã. A enorme arena já estava lotada de pessoas. Nas altas arquibancadas estavam sentados ricos comerciantes, militares, esposas de senadores e pessoas comuns que vinham ali todos os domingos para assistir ao terrível espetáculo. As pessoas faziam barulho, discutiam, comiam frutas e esperavam o momento em que outro criminoso seria levado novamente para a areia.

No centro da arena estava um gigantesco elefante de guerra.

Todos os moradores da cidade conheciam aquele animal. Enorme e coberto por uma pesada armadura, o elefante servia ao grande César havia muitos anos. Ornamentos metálicos pendiam de suas presas, e suas patas eram tão enormes que cada passo levantava nuvens de areia e poeira. As pessoas diziam que aquele elefante já havia esmagado dezenas de criminosos diante dos olhos da multidão.

O próprio César estava sentado acima da arena em um trono dourado e observava tudo com frio interesse. O povo o temia e o odiava, mas ninguém ousava dizer isso em voz alta. O governante tinha uma lei cruel — qualquer um que quebrasse as regras deveria morrer publicamente para que os outros tivessem medo até mesmo de pensar em cometer crimes.

Quando as trombetas soaram alto pela arena, os soldados começaram a trazer os prisioneiros.

Um após o outro, os criminosos eram jogados sobre a areia. Alguns imploravam por misericórdia, outros tentavam fugir, mas não havia saída. De um lado estava o enorme elefante, e do outro os homens armados do César com lanças e espadas.

A multidão rugia de horror e entusiasmo ao mesmo tempo.

Depois de várias execuções, as pessoas quase já não se impressionavam mais com os gritos dos outros. Mas, de repente, os portões se abriram novamente, e toda a arena ficou em silêncio inesperadamente.

Um pequeno menino foi levado para a areia.

Ele era magro, sujo e estava descalço. As roupas pendiam em pedaços rasgados, e suas mãos tremiam tanto que parecia mal conseguir ficar em pé. O menino olhava constantemente ao redor sem entender para onde estava sendo levado. Um dos soldados o empurrou brutalmente para frente, e a criança caiu de joelhos na areia quente.

A multidão começou a cochichar.

Muitos entenderam imediatamente que diante deles não estava um assassino nem um criminoso perigoso.

O César levantou-se lentamente de seu trono e disse em voz alta:

— Este ladrão roubou comida da minha mesa.

Um murmúrio percorreu novamente as arquibancadas.

Descobriu-se que o menino era órfão. Havia vários dias que ele não comia nada e, durante a noite, entrou escondido no palácio para roubar um pequeno pedaço de pão e carne. Mas os guardas o pegaram perto da cozinha.

O César olhou para a criança com desprezo.

— Se hoje eu perdoar um ladrão faminto, amanhã a cidade inteira começará a roubar.

A multidão ficou em silêncio.

O menino permanecia ajoelhado e respirava com dificuldade. Seus olhos estavam cheios de medo. Ele olhava ora para os soldados, ora para o enorme elefante que se aproximava lentamente, fazendo sua pesada armadura soar.

Cada passo do animal fazia a arena tremer.

Algumas pessoas nas arquibancadas já desviavam o olhar porque entendiam o que estava prestes a acontecer. Mulheres cobriam o rosto com as mãos, e alguém dizia baixinho que a criança deveria ser libertada.

Mas o César apenas sorria.

O elefante chegou bem perto. O menino fechou os olhos e começou a chorar.

Naquele momento, algo tão inacreditável aconteceu de repente na arena que todo o povo ficou paralisado de choque. 😳😮 A continuação dessa história incrível pode ser encontrada no primeiro comentário 👇

O enorme elefante parou inesperadamente bem diante da criança. Por alguns segundos, um silêncio mortal tomou conta do lugar.

Então o animal abaixou lentamente a cabeça e tocou cuidadosamente o menino com a tromba, como se tentasse acalmá-lo. A criança abriu os olhos assustada, e o elefante começou de repente a protegê-lo dos soldados com o próprio corpo.

Um murmúrio assustado percorreu as arquibancadas. O César levantou-se bruscamente do trono.

Um dos guerreiros tentou empurrar o elefante com uma lança, mas, no mesmo instante, o animal soltou um poderoso bramido que fez as pessoas se levantarem aterrorizadas. O enorme elefante virou-se de repente para os soldados e bateu furiosamente a pata na areia, impedindo que qualquer um se aproximasse do menino.

A multidão estava horrorizada.

Ninguém jamais tinha visto aquele animal desobedecer uma ordem.

O menino tremia perto das patas dianteiras do elefante, enquanto o animal continuava diante dele como uma muralha viva.

Foi então que um velho entre os espectadores ficou pálido de repente e gritou:

— Eu conheço essa criança…

As pessoas começaram a se virar para ele, enquanto o César franzia lentamente a testa.

Com a mão tremendo, o velho apontou diretamente para o menino e disse em voz baixa:

— Este é o filho do homem que uma vez salvou este elefante quando ele ainda era filhote…

Depois dessas palavras, toda a arena mergulhou em um silêncio tão profundo que só se ouvia a respiração pesada do enorme animal.

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