Um pai cruel trancou a sua única filha dentro de um barril logo depois de ela atingir a maioridade e a manteve lá até o dia do casamento; mas, quando abriram o barril durante a cerimônia, todos ficaram paralisados de horror

Um pai cruel trancou a sua única filha dentro de um barril logo depois de ela atingir a maioridade e a manteve lá até o dia do casamento; mas, quando abriram o barril durante a cerimônia, todos ficaram paralisados de horror 😱

Quando Emily completou dezoito anos, o seu pai, Richard, reuniu os parentes mais próximos em casa. Fez brindes, sorriu para a filha e repetiu a todos que ela tinha se tornado uma verdadeira beleza, parecida com a falecida mãe.

Mas, durante a noite, a jovem desapareceu.

Richard disse aos convidados que Emily tinha sido enviada para um internato fechado em outro país. Explicou que a filha não gostava de barulho, não queria falar com ninguém e tinha pedido que não dessem o número dela a ninguém.

Mas, na verdade, Richard a trancou em um enorme barril que havia sido feito antecipadamente segundo os seus próprios desenhos.

Não era um barril comum de vinho. Ficava em um cômodo distante da ala antiga da casa; era alto, feito de madeira escura e lisa, com aros pesados e uma tampa grossa. Na tampa havia alguns pequenos furos para o ar entrar e, na lateral, uma portinhola estreita que só podia ser aberta com uma chave.

Richard era um homem de ideias antigas e cruéis. Depois da morte da esposa, tornou-se ainda mais obcecado pela ideia de que a filha deveria ser «pura» e pertencer apenas ao futuro marido.

Ele estava convencido de que nenhum homem deveria olhar para Emily.

Nem um vizinho. Nem um amigo da família. Nem um médico. Nem um simples desconhecido na rua.

— Até você se tornar esposa, nenhum olhar masculino estranho deve vê-la, — disse ele à filha naquela noite. — É assim que deve ser.

Emily chorava, implorava ao pai que não fizesse aquilo, prometia não ir a lugar nenhum e não falar com ninguém. Mas Richard já tinha decidido tudo.

Todas as manhãs, uma criada idosa levava comida para ela. Pela pequena portinhola, passava água, sopa, pão, legumes, frutas e, às vezes, doces. Lá dentro havia uma cama estreita, um balde, alguns livros e uma lâmpada velha. Richard ordenou à criada que nunca falasse com Emily, mas a mulher não conseguiu cumprir completamente essa ordem.

Ela sussurrava para a jovem notícias do mundo.

Contava como estava o tempo lá fora, quais flores tinham desabrochado no jardim, quem tinha visitado Richard e como a casa mudava. Às vezes, a criada levava revistas antigas para que Emily pudesse ao menos ver fotografias de pessoas, cidades e do mar.

Os anos passaram.

Richard continuou dizendo a todos que a filha vivia no exterior. Falsificava as mensagens dela, comprava presentes caros em seu nome e até mandava aos conhecidos fotografias da jovem de costas, para que ninguém desconfiasse da mentira.

Quando Emily completou vinte e cinco anos, o pai anunciou que ela iria se casar.

O noivo dela era Daniel, filho de um conhecido dono de uma empresa de construção. Ele era um homem bonito, calmo e educado, mas também nunca tinha visto a futura noiva. Richard explicou que Emily tinha crescido em uma família muito rígida e só apareceria diante dele no dia do casamento.

Daniel achou isso estranho, mas aceitou. Pensou que era apenas um antigo costume familiar.

O casamento foi realizado em um templo luxuoso. Flores brancas cobriam as colunas, centenas de velas ardiam sobre o chão de mármore e, atrás do altar, enormes vitrais azuis brilhavam.

E, bem ao lado do noivo, estava um enorme barril escuro. Os convidados cochichavam e não entendiam o que estava acontecendo. Pensavam que aquilo fazia parte de um ritual de casamento incomum.

Richard estava entre eles, vestindo um terno caro, com barba branca e expressão tranquila. Esperou que todos se sentassem e então disse em voz alta:

— Hoje, minha filha verá o marido pela primeira vez. E somente ele a verá pela primeira vez.

Dois homens se aproximaram do barril. Por ordem de Richard, começaram a retirar os longos pregos da tampa.

Um. Dois. Três. O templo ficou completamente silencioso.

Quando o último prego caiu no chão, Daniel deu um passo à frente. A tampa foi levantada lentamente. E, de repente, todos ficaram paralisados de horror ao ver o que havia dentro 😨😱 A continuação da história pode ser encontrada no primeiro comentário 👇👇

Richard deu um passo à frente, certo de que agora veria a filha assustada, incapaz de resistir a ele depois de tantos anos. Mas não havia ninguém dentro do barril.

Sobre a cama estreita estava cuidadosamente colocado um vestido de noiva branco. Ao lado, havia pilhas de livros — dezenas de livros que Emily tinha lido durante todos aqueles anos. Na primeira página de cada um, estavam escritas datas.

«Primeiro ano». «Segundo ano». «Terceiro ano». E assim por diante até o último livro.

Os convidados não entendiam o que estava acontecendo. Daniel se inclinou mais perto e percebeu uma pequena folha de papel no fundo.

Ele a pegou e leu em voz alta:

— «Pai, você queria que nenhum homem me visse antes do casamento. Tinha certeza de que eu ainda estava aqui porque você mesmo nunca encontrou coragem para abrir este barril. Mas eu saí daqui há muito tempo. E hoje você finalmente ficou sozinho com a sua vergonha.»

Richard empalideceu.

Descobriu-se que a velha criada tinha ajudado Emily a fugir vários anos antes. Ela percebeu que, na parede atrás do barril, havia uma antiga passagem fechada que antes levava à adega. À noite, a criada removia aos poucos a velha alvenaria, até que surgiu uma abertura estreita.

Um dia, Emily passou por ela e saiu da casa.

Mas, antes disso, decidiu não simplesmente desaparecer.

Ela deixou os livros no barril — a única coisa que a ajudava a não perder a razão na escuridão. E, dentro de cada livro, a criada tinha escondido um pequeno bilhete. Neles, Emily descrevia detalhadamente cada dia passado em cativeiro: o que comia, como ouvia os passos do pai atrás da porta, como esperava pela luz e como tentava não esquecer a própria voz.

Daniel folheava as páginas, e os convidados se aproximavam um por um para ler os relatos.

Richard já não conseguia olhar nos olhos deles.

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