Uma passageira bloqueava a passagem com o seu pé fedorento, mas consegui dar-lhe uma lição — e toda a cabine me aplaudiu

Uma passageira bloqueava a passagem com o seu pé fedorento, mas consegui dar-lhe uma lição — e toda a cabine me aplaudiu 😬😂

Embarquei no avião com esperança de um voo tranquilo. Tudo corria normalmente até que uma jovem sentada mesmo à minha frente chamou a atenção. Estava vestida de forma chamativa e parecia achar que o mundo devia girar à volta dela.

Logo após a descolagem, tirou os sapatos, pôs um pé no assento vazio ao lado e o outro diretamente no corredor. O pé dela bloqueava todos que queriam ir à casa de banho ou simplesmente esticar as pernas. Ao princípio, as pessoas pediam educadamente para ela tirar o pé, mas só recebiam olhares tortos e resmungos de desagrado.

Depois, começou a ignorar abertamente os pedidos. Um homem que tentava passar ouviu dela em voz alta:

— E então? Não consegues dar a volta?!

Mas não havia como contornar — ela estava esticada como se quisesse tomar conta de toda a fila. O pior era o cheiro intenso que vinha do pé dela. Tão forte que uma senhora do outro lado se tapou com um cachecol, e uma criança atrás de mim perguntou à mãe:

— Mamã, porque é que cheira como se alguém nunca trocasse as meias?..

Aguentei o quanto pude. Mas depois percebi que não dava para continuar assim e que precisava de lhe dar uma lição. Continuação no primeiro comentário 👇👇

Carreguei no botão de chamada da comissária de bordo.

— Desculpe, — disse eu, — esta passageira está a bloquear o corredor e recusa-se a tirar o pé. Talvez devesse pagar por este lugar, já que o está a ocupar?

A comissária de bordo, educada mas firme, fez-lhe uma advertência. A mulher revirou os olhos e resmungou:

— Mas eu não estou sentada aqui. Não vou pagar. Tenho os meus direitos.

Nisto, o passageiro ao lado, que tinha ouvido tudo, interveio:

— Não, não, não pode ocupar o lugar de outra pessoa assim. Podemos regularizar o pagamento oficialmente. Eu posso filmar se ela recusar.

A mulher ficou pálida. A comissária aproveitou para chamar o chefe de cabine.

Resultado: ela teve mesmo de pagar o lugar extra, oficialmente, pela tarifa em vigor. Um valor quase igual ao bilhete dela. Depois disso, finalmente sentou-se de forma normal.

Quando a comissária se afastou, ouviram-se alguns aplausos contidos vindos do fundo da cabine. As pessoas sorriam e trocavam olhares, e a mulher do outro lado disse-me em voz baixa:

— Obrigada. Eu já estava a perder a paciência.

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